Art Journal - Vicky Papaioannou

29 de abril de 2014

Agora que ando a experimentar e a pesquisar por técnicas usadas em art journal encontrei os vídeos da Vicky Papaloannou. Foram os tutoriais que mais gostei até agora. Com um lista completa de materiais, com explicações sobre o porque de usar cola ou gesso, médio gel ou simplesmente acrílico, são realmente muito simples de seguir. E os resultados são deliciosos.

#100HappyDays (3)

28 de abril de 2014

Foi uma semana com feriado e fim-de-semana prolongado! Há cá coisa melhor!?!
O que nos faz feliz? Coisas Simples!

Um fim de tarde em família.

ou um fim de tarde com a gata a aquecer o colo.

Máquinas fotográficas! 

Preparar prendas de aniversário!

Almoço entre amigos.

Almoço para a família!


Um novo Art Journal.

Art Journal

Um dos desafios que lancei para 2014 foi a criação de um Art Journal para desenhar, anotar ideias, experimentar novas técnicas e materiais. Escolhi dois cadernos de capa preta e folha grossa, de tamanhos diferentes e lá fui experimentando.

Mas surgiram-me várias dificuldades. E conclui que não tinha escolhido os cadernos certos.

  • As folhas destes cadernos deverão ser mais grossas do que as que eu escolhi, apontemos pelo menos para mais de 120gr. Folhas finas fazem com as tintas passem de uma página para a outra, contaminando os trabalhos. 
  • O tipo de papel terá de se adequar ao tipo de projectos, materiais e gostos pessoais. Se quiserem fazer projectos de grafite, necessitam de um papel muito diferente do que se fosse para usar aguarelas. 
  • É também importante se o caderno é colado, cozido ou de argolas, etc. A parte do meio, no caso de um dos meus cadernos, impede que o projecto ocupe as duas páginas, pois não o consigo espalmar. Se gostarem de páginas individuais, poderão usar de argolas, por exemplo, para depois retirar do caderno os trabalhos que desejarem.
  • Depois o tamanho é mesmo muito importante. Estava a usar mais o caderno A4, mas, e aí será principalmente uma questão e gosto, ficamos com um trabalho final a ocupar um A3. Passei para o caderno A5. Mais fácil de transportar, consigo estruturar o resultado final melhor, gasto menos materiais, etc.
  • Por fim, materiais a usar. Deve-se usar sempre coisas que temos em casa, é a principal ideia dos Art Journal, explorar, experimentar. Mas existem materiais que começaram a sentir falta assim que começarem a usar tintas e materiais sobre as folhas:
    • Cola de papel (daquela branca), para colar duas páginas e ficarem mais grossas, ou fazer colagens. Jornal é porreiro para começar o fundo. Experimentem colas que tenham em casa, mas a branca foi a que deixou menos marcas, custou-me cerca de 2€ nos chineses.
    • Gesso! Isto para preparar as páginas para receber uma boa quantidade de tinta e também permite aproveitar as páginas onde tenha passado um pouco de tinta das outras páginas. Claro que se for para fazer desenhos a lápis ou aguarelas, não precisam de usar o gesso como base.
    • jornais e revistas. Sim, aproveitem para reciclar um pouco as quantidades enormes de papel que há por casa. Como já disse acima, jornal é excelente para o fundo, as páginas das revistas serão óptimas para evitar que o resto do caderno fique todo pintado. Uma página de cada lado e estamos prontos para começar.

Bem, estas foram as minhas descobertas, tendo em atenção aquilo que eu quero fazer e tenho experimentado... Alguém tem mais recomendações?

#100happydays (2)

19 de abril de 2014

Esta semana de coisas felizes passou por coisas simples e comida! Comida Faz-me feliz pelo que vejo.

Conseguimos terminar a nossa prateleira para as maquinas fotográficas, e ainda ficamos com espaço para próximas aquisições. 
Tambem houve um bolo com recheio de ovos moles e framboesas e cobertura de chantily. Uma delicia.

Ouvir musica portuguesa também anima o dia.

Um café e um livro. Um óptimo final de tarde.

Na quinta experimentamos um Indiano perto do emprego, não foi uma experiência única, mas foi agradável.


O meu primeiro Pão de ló de ovar e os chocolates que me fazem sempre felizes: Raffaello.

Game of Thrones

Simplesmente fantástico. Para quem acompanha a série ou leu os livros... vão adorar. Cuidado Spoilers.

Colecção Máquinas - Listagem

17 de abril de 2014

Como as vezes preciso de saber os modelos específicos das máquinas que temos, é melhor organizar uma lista.
[LISTA EM CONSTRUÇÃO]

  • Ensign Ful-Vue
  • Ful-Vue Super
  • Fed 5 
[FOTO]
  • Kodak Retinette 1A (Prontor 250S)
  • Nikon FM - (SN: 3331273)
    • Lente: Nikon Lens Serie E - 28 mm 1:2.8
[FOTO]
  • Olimpus OM40
[FOTO]
  • Smena 8M
  • Zorki - 4K

Trailer - X-Men - Days of Future Past


Este deixou-me curiosa!

Máquinas em Falta

15 de abril de 2014

Agora que ando a organizar as minhas máquinas fotográficas, lembrei-me de criar uma listinha de máquinas que completariam a minha colecção lindamente... Infelizmente todas longe do meu poder de compra, mas vá, se alguém vir uma destas encaixotadas em alguma caixa velha lá no sotão e não souber o que lhe fazer, já sabe, pode oferecer-mas!
Então aqui vai:


Exakta Varex IIa


Leica M6

Plaubel Makina 67


Fuji X100S


 [LISTA EM CONSTRUÇÃO]

Colecção Máquinas

14 de abril de 2014

Hoje terminamos finalmente o nosso mini projecto de novas prateleiras para a colecção de máquinas fotográficas. Trinta máquinas das quais vinte e sete, 100% operacionais. Nenhuma delas valiosas, claro, mas todas muito especiais para nós.




Ensign Ful-Vue
Film type Roll film 120
Picture size 6x6cm
Weight 390g
Lens Meniscus 1:8
Shutter speed 1/30sec

Agfa Clack (~1950)

Fed 5 e uma Zorki - 4K


Ful-Vue Super

Ljobjteli Lubitel 16

Kodak Retinette 1A (Prontor 250S)


14/52 - 7 coisas simples numa semana

13 de abril de 2014

Que saudades que eu tenho de cá vir mostrar um pouco do que tenho feito durante a semana... ui! E tenho feito bastante! Mas depois nunca tenho a maquina por perto e como sem fotos não fica giro, vou adiando. Passei várias semanas à frente e vamos lá tentar levar isto um pouco mais certinho.

Então tenho-me dedicado a cozinha! Oh sim, e tem corrido bem.

  • O prato mais vistoso que preparei foi lampreia, aproveitando que estamos na altura dela e que cá por casa se gosta, e muito, arranjamos quem as pescasse, compramos duas por bom preço e depois foi só seguir as indicações do pescador. Adoramos e foi bem simples, nem percebo o preço doido que se pratica nos restaurantes!
(Ainda por cozinhar)
  • Também arranjei uma das melhores receitas de crepes de sempre. Como a massa é bastante liquida, consigo-os fazer muito finos, bem ao jeito que eu gosto. Não tirei foto!
  • Cá por casa também voltamos a organizar algumas zonas que durante os últimos meses estiveram invadidos por material não nosso, mas que guardamos durante algum tempo. Agora, voltei a ter o meu cantinho de desenho.
  • Estamos também a criar mais prateleiras para a minha colecção de máquinas fotográficas. Já compramos o material, já fizemos uns furos, mas ainda não terminamos. Vamos ver se durante a próxima semana temos novidades e fotos para mostrar.
  • Continuo a colorir o meu diário de "coisas simples", não é um diário tradicional, é mais um conjunto de anotações e colorações e diversões e divagações... Coisas simples!

Pronto e para já é isto.



#100happydays

A primeira semana do desafio #100happydays passou a correr e com algumas fotos e momentos felizes. Ora vejam.

 Receber flores!

 FleaMarket e Gelados!

 League of Leagends e espaços especiais.


Chegar a casa com luz e ... chegar a casa!

Qual o sentido da vida?

5 de abril de 2014

E já que estamos hoje numa de coisas tristes e como ser feliz, cá está mais um video.

Cupido

Uma história triste

[Retirado do Facebook de] Ricardo Sousa
Não consegui aguentar. Desatei a chorar.
Hoje no meu voo de Geneve para o Porto, um voo carregado de emigrantes Portugueses sentou-se junto a mim mais um deles. Nada de novo até aqui. Minutos depois de ter pedido uma sandes que apenas consegui comer metade e por trás dos auriculares ligados a um iPhone oiço uma voz. “Deve querer ir a casa de banho”, pensei. Instantaneamente levanto-me… mas não. Um sorriso indica que e outra coisa. Tiro um auricular. “Ainda vai comer mais? Importa-se que fique com o resto?”. E nestes momentos, nestes segundos em que saímos dos nossos hiper-conectados mundos e do nosso stress diário que caímos naquela que e a essência humana. Disse-lhe que não, chamei o chefe de cabine e pedi mais uma sandes. Dei-lha.
Mas esta história para mim foi muito mais que uma sandes ou um momento semi auto-congratulante para colocar no Facebook, foi um verdadeiro reality-check. Ao conversar com o José (raramente o faço num voo), fiquei a conhecê-lo melhor. 40 e muitos como diz ter mas sem querer concretizar, há ligeiramente mais de 2 anos a trabalhar em Vevey na Suíça. Trabalha na construção, vive com 2 colegas e não vê a mulher e as duas filhas há mais de 2 anos. Dois anos!!! Perdeu a entrada da filha na universidade – mas não reclama porque diz que é para isso (e que para a outra também possa ter esse “luxo”) que está na Suíça. O skype ajuda, diz mas a “saudade mata”. E foi para isso que poupou e comprou este voo. Vai ver as filhas, a mulher, a mãe que não vê ha tanto tempo. Vão estar no aeroporto, assegura-me. Não duvido. Diz que saiu de Portugal depois de a fábrica onde trabalhou quase 20 anos ter fechado, não encontrou mais nada em quase um ano de procura. “sou trapo velho” diz.
Como é possível aguentar esta saudade? Como e possível não se queixar? Como é possível dizer-me que está “bem”? Como e possível trabalhar “das 8 às 10″ (faz um part-time também) para poder mandar dinheiro para Portugal para a Rita e a Sofia? E mesmo assim sorrir?
Não consegui, enquanto soltava lágrimas num misto de perplexidade e compaixão, ele ria-se. “Não estou doente homem. Não há motivo para chorar”.
É de facto esta a geração que está na lama. Não os 20-something, não os “cérebros que fogem”, são os pais desses cérebros – chamemos-lhes os músculos. Esses tem muito menos oportunidade, muito menos capacidade de se adaptarem. Esses estão a reconstruir uma vida depois de já terem construído uma. Esses estão a passar pela maior privação de todas. Estar longe da família que criaram, das pessoas que amam. Boa sorte José, e obrigado por este momento.

#100happydays


Encontrei o desafio no blog da De mel e Sal, ela por sua vez encontrou no site 100 Happy Days. E eu achei que era a minha cara! Adoro este tipo de desafios diários ou semanais até. Ok, posso não os cumprir, mas também acho que o que interessa é tentar, divertir-nos e tentar. De desafio para desafio, começamos a conseguir melhores resultados, certo? Então para quem quiser saber mais pode passar no site.
Resumidamente, aproveitar os momentos bons, dar valor a esses momentos positivos que os dias tem. E tirar uma foto desse momento feliz, desse gelado que está mesmo a saber bem, daquele colar que é mesmo giro e que alguém especial nos ofereceu, do gato que está a pedir festas. Momentos felizes basicamente.


Ora... ser prático é assim.

2 de abril de 2014


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